Central de Confiança
Uso de Inteligência Artificial
Este documento declara onde o escritório Diego Castro Advogado usa tecnologia de apoio, incluindo serviços de IA de terceiros, nas ferramentas do site e no fluxo de trabalho, onde ela não decide e como os dados de clientes permanecem protegidos.
Versão vigente
1.0
- Responsável técnico
- Diego Castro, advogado, OAB/PI 15.613
- Aplicação
- Ferramentas do site, fluxo editorial e trabalho interno
- Versão
- 1.0
- Vigência
- 18 de setembro de 2026
- Canais oficiais
- WhatsApp +55 11 95664-4208, segunda a sexta, 9h às 18h
- Vigência
- Última atualização
Leitura rápida
O que o escritório declara sobre IA
Este resumo orienta a leitura. Em caso de dúvida, prevalece o texto completo e a legislação aplicável.
Revisão humana
A análise jurídica tem autor identificado
Análise de caso concreto, parecer e documentos entregues a clientes passam por revisão do advogado responsável, Diego Castro, OAB/PI 15.613.
Onde a tecnologia entra
Apoio em tarefas definidas
A tecnologia apoia as ferramentas do site, o fluxo editorial e tarefas internas, com escopo declarado e revisão humana do resultado.
Dados de clientes
Sigilo antes da ferramenta
Dados sigilosos de clientes não são enviados a serviços de IA de terceiros sem base contratual adequada.
Ferramentas do site
Resultados preliminares
Consulta de marca e gerador de contrato entregam resultado preliminar com limites declarados e não substituem análise jurídica.
Seus direitos
Nenhuma decisão automática com efeito jurídico
O site não usa decisão automatizada que produza efeito jurídico sobre o visitante, conforme declarado na Política de Privacidade.
Este documento é informativo e não substitui contrato específico nem orientação jurídica individual.
Por que um escritório de Direito Digital declara como usa IA
Quem orienta empresas sobre Direito Digital precisa aplicar a si mesmo o padrão que cobra dos clientes. Este documento declara onde o escritório usa tecnologia de apoio, incluindo serviços de IA de terceiros, e onde ela não decide.
O escritório Diego Castro Advogado foi fundado em 2017 e atua de forma 100% digital. Essa rotina combina advogado, sistemas e processos escritos, e não existe degrau invisível entre eles. Como o site orienta empresas justamente sobre governança de tecnologia, dados e contratos, a coerência exige que o próprio funcionamento do escritório esteja descrito de forma verificável.
Esta declaração cumpre essa função. Ela identifica as ferramentas interativas publicadas no site, explica como a tecnologia participa da produção editorial e fixa o limite mais importante: a análise jurídica de caso concreto e os documentos entregues a clientes passam por revisão humana do advogado responsável.
O documento é público, mantido com versão e data de vigência visíveis e pode ser citado como referência. Ele não substitui contrato, política interna da sua empresa nem orientação jurídica individual. Quando o assunto exige análise do caso concreto, a conversa segue pelos canais oficiais indicados nesta página.
Referências e documentos relacionados
Central de ConfiançaCompromissos públicos e documentos institucionais do escritório.Onde a tecnologia entra hoje: ferramentas do site e apoio ao fluxo de trabalho
A tecnologia aparece em dois pontos: nas ferramentas interativas do site, que seguem lógica declarada, e no apoio ao fluxo editorial e interno, sempre com revisão humana.
O site publica duas ferramentas interativas: a consulta de marca, que executa uma triagem nominal preliminar, e o gerador de contrato de gestão de tráfego, que monta uma minuta em etapas e entrega o texto em PDF. São ferramentas com lógica definida: a partir do que o visitante informa, produzem um resultado padronizado dentro de um escopo limitado. O alcance e os limites de cada uma estão declarados na própria página da ferramenta.
No fluxo editorial e no trabalho interno, o escritório usa ferramentas de apoio, incluindo serviços de IA de terceiros, para tarefas como organizar material de pesquisa, revisar ortografia e redação e estruturar rascunhos. O critério é sempre o mesmo: a ferramenta auxilia, o resultado é revisado e a responsabilidade final permanece no escritório. Nenhuma tarefa jurídica é delegada para ser concluída sem revisão.
Nenhum desses pontos entrega decisão jurídica automática. O resultado de uma ferramenta interativa é preliminar e vem acompanhado dos limites declarados, e o uso de apoio tecnológico em textos termina em revisão humana antes da publicação. As seções seguintes detalham cada caso.
Onde a IA não decide: análise jurídica e documentos de clientes
Análise jurídica de caso concreto, parecer, estratégia e documentos entregues a clientes passam por revisão humana do advogado responsável. Nenhuma ferramenta substitui essa revisão.
A conclusão sobre um caso nasce da análise de documentos, de fatos e de legislação feita pelo advogado. Ferramentas podem ajudar a organizar esse material, mas não respondem pela avaliação de risco, pela tese adotada ou pela redação final do que é entregue ao cliente. Essa separação é parte do fluxo de trabalho do escritório, e não uma preferência redacional.
O responsável técnico da atuação é Diego Castro, advogado, OAB/PI 15.613. Em consultas, contratos e documentos elaborados para clientes, a revisão humana integra o fluxo antes da entrega, e o autor da análise é identificável.
Quando um texto organizado com apoio de tecnologia é aproveitado em trabalho jurídico, ele é conferido ponto por ponto: fontes, citações de lei e fatos relatados. O que não pode ser verificado em fonte confiável não entra no documento. Esse critério vale também para material que a ferramenta apresenta com aparência de resposta definitiva.
Dados de clientes e IA de terceiros: o que não sai do escritório
O escritório não envia dados sigilosos de clientes a serviços de IA de terceiros sem base contratual adequada. O sigilo profissional e a LGPD definem o que pode sair do escritório.
A informação de caso é protegida pelo sigilo profissional desde o primeiro contato, mesmo quando a conversa não termina em contratação. Na prática, documento de cliente, estratégia, negociação e dado pessoal de terceiro não são inseridos em ferramenta de IA pública para serem avaliados. Quando um serviço de IA de terceiros é contratado para função específica, a contratação exige base contratual adequada antes do envio de qualquer informação relevante.
A LGPD reforça esse limite em dois pontos. O princípio da necessidade (art. 6º, III) restringe o tratamento ao mínimo necessário para a finalidade declarada, e o dever de segurança (art. 46) exige medidas compatíveis com a proteção do dado tratado. O uso de uma ferramenta nova não suspende essas obrigações.
Os dados tratados pelo site em si, como formulários, navegação e canais de contato, têm finalidades e bases legais descritas na Política de Privacidade. Esta seção trata especificamente da fronteira entre o trabalho do escritório e os serviços de IA de terceiros.
Ferramentas interativas do site: o que calculam e onde param
A consulta de marca entrega uma triagem nominal preliminar, sem garantia de registro, e o gerador de contrato de gestão de tráfego monta uma minuta a partir das suas respostas. Nenhum dos dois substitui análise jurídica.
A consulta de marca informa se há coincidências nominais relevantes na base consultada. O resultado é uma triagem nominal preliminar: não analisa distintividade, classes de produtos e serviços, situação processual nem os demais requisitos do INPI. Ausência de coincidência é sinal inicial, não garantia de deferimento, e a decisão sobre o pedido de registro é do INPI.
Para executar a consulta, a página solicita marca, nome, telefone e indicação. Esses dados registram um pedido de atendimento em arquivo privado do escritório e permitem que a equipe comente o resultado com você. O tratamento deles segue a Política de Privacidade.
O gerador de contrato de gestão de tráfego monta uma minuta em etapas e entrega o texto em PDF. Ele aplica o modelo do escritório às respostas informadas e não adapta cláusulas a operações complexas. A relação entre agência e cliente empresário é regida pelo Código Civil, e a minuta não substitui a análise jurídica do contrato final.
- Consulta de marca: triagem nominal preliminar, sem garantia de registro e sem análise de classes ou processos.
- Gerador de contrato: minuta estrutural em etapas, com saída em PDF e limites declarados na própria página.
- Nenhuma das ferramentas deposita pedido de registro nem formaliza contratação de serviços.
IA e conteúdo editorial: apoio de tecnologia com revisão humana
O conteúdo editorial do site conta com apoio de tecnologia, incluindo serviços de IA, com revisão humana e responsabilidade final do escritório.
Os artigos partem de tema escolhido pelo escritório e de fonte primária: a lei publicada pelo Planalto, a página oficial do órgão ou o texto normativo aplicável. Ferramentas de apoio, incluindo IA, podem ajudar a organizar estrutura, rascunho e revisão de escrita. O conteúdo passa por revisão humana, e a responsabilidade final pelo que é publicado é do escritório.
A regra é mais rígida nas afirmações jurídicas. Cada seção abre com uma resposta direta, os pontos de risco são sustentados por fonte verificável e material gerado por tecnologia não é publicado sem essa conferência. Erro identificado após a publicação é tratado conforme as correções descritas nos Padrões Editoriais.
Para quem aplica IA dentro da própria empresa, o artigo sobre contrato para uso de IA na empresa reúne as cláusulas que o documento contratual normalmente precisa prever. Escopo e finalidade, dados e fornecedores, incidentes de segurança e responsabilidade estão entre os pontos discutidos no texto.
Decisão automatizada e seus direitos
O site não usa decisão automatizada que produza efeito jurídico sobre o visitante. Se isso mudar, a LGPD garante o direito de pedir revisão.
A LGPD garante revisão de decisões tomadas unicamente de forma automatizada que afetem o interessado (art. 20). O site respeita esse desenho: as ferramentas interativas calculam um resultado preliminar sobre dados que o próprio visitante digitou, a pedido dele, e não decidem nada a seu respeito.
Na prática, nenhuma resposta do site nega serviço, define preço, classifica perfil ou produz efeito jurídico sobre quem navega. A triagem de um atendimento é feita por pessoas, e a contratação depende de definição de escopo e formalização, como descrito nos Termos de Uso do Site.
Para empresas, o critério prático é o mesmo que orientamos em contratos de uso de IA: decisão automatizada relevante exige governança descrita, revisão humana possível e canal de contestação. O Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) complementa o quadro de deveres no ambiente digital.
Referências e documentos relacionados
LGPD, Lei nº 13.709/2018Princípios, dever de segurança e direitos em tratamento de dados pessoais.Marco Civil da Internet, Lei nº 12.965/2014Deveres no uso da internet e no ambiente digital.Termos de Uso do SiteRegras de uso do domínio e limites do conteúdo publicado.Propriedade intelectual em conteúdo com IA: autoria e origem
Conteúdo produzido com apoio de IA exige cuidado com autoria e origem, porque a proteção da Lei 9.610/1998 dialoga com a criação humana e com os direitos de terceiros.
Antes de publicar texto, imagem ou código que contou com apoio de IA, o escritório verifica dois pontos: se o material aproveitado não reproduz obra de terceiro sem direito de uso e se a contribuição humana está presente no resultado. Essa verificação reduz o risco de publicar material alheio sem autorização.
O mesmo critério orienta o conteúdo entregue ao público. Citações seguem os limites da Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/1998) e a referência de origem acompanha o trecho usado. Para empresas, a recomendação é tratar origem e revisão como parte do fluxo de publicação, não como etapa opcional.
O resultado de uma ferramenta não transfere titularidade nem autoriza o uso de material de terceiro que porventura tenha sido reproduzido.
Referências e documentos relacionados
Lei de Direitos Autorais, Lei nº 9.610/1998Proteção de obras e limites de uso de conteúdo de terceiros.Como contratamos tecnologia com fornecedores de IA
Ao contratar serviços de IA de terceiros, o escritório aplica critérios declarados: finalidade definida, retenção mínima e contrato que qualifique o fornecedor quando houver dado pessoal.
A contratação de tecnologia de apoio segue critérios compatíveis com o que o site recomenda aos clientes. O primeiro é finalidade: a ferramenta entra para resolver tarefa específica, com escopo definido, e não como solução aberta para qualquer processo do escritório.
O segundo critério é dado. Quando o uso envolve dado pessoal, o fornecedor é tratado no papel que a LGPD atribui a operador, com instruções documentadas, e a retenção fica no mínimo necessário para a finalidade. O terceiro é contrato: base contratual adequada com o fornecedor antes do envio de informação relevante, como explicado na seção 04.
Este documento descreve critérios de contratação, não um catálogo de fornecedores. A lista de ferramentas contratadas muda com mais frequência do que a declaração, e o compromisso publicado é o padrão exigido, não o nome do serviço.
- Finalidade definida e escopo limitado para cada ferramenta contratada.
- Instruções documentadas e retenção mínima quando o uso envolve dado pessoal.
- Base contratual adequada com o fornecedor antes de enviar informação relevante.
- Revisão humana do resultado antes de uso que afete cliente ou publicação.
Referências e documentos relacionados
LGPD, Lei nº 13.709/2018Princípios, dever de segurança e direitos em tratamento de dados pessoais.Atualização desta declaração e como questionar
A versão vigente desta declaração é a publicada nesta página, com versão e data visíveis. Dúvidas, correções e questionamentos seguem pelos canais oficiais do escritório.
O escritório pode atualizar esta declaração para refletir mudanças nas ferramentas do site, no fluxo de trabalho ou na legislação aplicável. A atualização altera a versão e a data do documento, e o que vale é a versão publicada nesta URL.
Se você identificou afirmação desatualizada, resultado de ferramenta diferente do descrito ou prática que contrarie este documento, escreva para [email protected] ou fale pelo WhatsApp +55 11 95664-4208 (segunda a sexta, 9h às 18h). Descreva o que observou, em qual página e quando. Questionamentos são bem-vindos e fazem parte da manutenção do documento.
Pedidos sobre dados pessoais seguem o canal do titular descrito na Política de Privacidade, com os direitos do art. 18 da LGPD. Questões sobre o uso do domínio seguem os Termos de Uso do Site, e todos os documentos institucionais estão reunidos na Central de Confiança.
Versão 1.0. Publicada e vigente desde 18 de setembro de 2026. Primeira versão da declaração sobre uso de inteligência artificial.
Consulta rápida
Perguntas frequentes
Vocês usam IA para escrever peças?
Não entregamos peça gerada por IA. Ferramentas de apoio, incluindo IA, podem ajudar em tarefas como organizar material e revisar escrita, mas a análise jurídica e os documentos entregues a clientes passam por revisão humana do advogado responsável antes da entrega.
Meus dados vão para a IA?
Dados sigilosos de clientes não são enviados a serviços de IA de terceiros sem base contratual adequada. Nos formulários do site, os dados informados, como marca, nome e telefone na consulta de marca, registram um pedido de atendimento em arquivo privado do escritório, conforme descrito na Política de Privacidade.
O gerador de contrato é um parecer?
Não. O gerador monta uma minuta de contrato de gestão de tráfego pago a partir das suas respostas e entrega o texto em PDF. É um ponto de partida estrutural com limites declarados e não substitui a análise jurídica do contrato da sua operação.
A consulta de marca garante o registro?
Não. A consulta entrega uma triagem nominal preliminar: a ausência de coincidências relevantes é um sinal inicial, não garantia. A decisão sobre o pedido é do INPI e exige análise de distintividade, produtos e serviços e demais requisitos.
Como a LGPD se aplica ao uso de IA?
Sempre que houver dado pessoal, a LGPD continua valendo: princípio da necessidade (art. 6º, III), dever de segurança (art. 46) e, em decisão automatizada, direito de revisão (art. 20). O uso de IA não cria exceção a essas obrigações.
Canais oficiais
Tem dúvida sobre IA na sua operação?
Fale com o escritório pelo WhatsApp +55 11 95664-4208 (segunda a sexta, 9h às 18h) ou escreva para [email protected] descrevendo o contexto. A análise do caso concreto é feita por advogado responsável, e o primeiro contato não gera obrigação de contratação.
