Central de Confiança
Padrões Editoriais
Este documento descreve a forma como o escritório Diego Castro Advogado escreve no site: para quem, com quais fontes, com qual revisão, como usamos datas e correções e o que não publicamos.
Versão vigente
1.0
- Responsável técnico
- Diego Castro, OAB/PI 15.613
- Aplicação
- Conteúdo editorial do domínio diegocastroadvogado.com.br
- Revisão
- Obrigatória pelo responsável técnico antes da publicação
- Fontes primárias
- Planalto, resoluções da OAB, INPI e ANPD
- Correções
- Marcação visível, sem reescrita silenciosa
- Vigência
- Última atualização
Leitura rápida
O essencial sobre como escrevemos
Este resumo orienta a leitura. Em caso de dúvida, prevalecem o texto completo e a legislação aplicável.
Padrão público
Critérios de produção editorial publicados e verificáveis pelo leitor
O documento define para quem escrevemos, quais fontes usamos, como revisamos, datamos e corrigimos o conteúdo jurídico publicado no site.
Fontes primárias
Planalto, OAB, INPI e ANPD, com link quando citamos
Notícia e blog servem de pista, nunca de fundamento. Quando não existe norma específica para o assunto, o texto diz que não existe.
Revisão
Todo texto passa pelo responsável técnico antes da publicação
Diego Castro, advogado inscrito na OAB/PI 15.613, é o responsável técnico identificado na página de autor. A responsabilidade pelo conteúdo é do escritório.
Datas e correções
Data muda só com atualização relevante; erro é corrigido com marcação
Ajuste de link ou de formatação não altera a data de atualização. Correção silenciosa de texto publicado não faz parte do fluxo editorial.
O que não publicamos
Promessa de resultado, caso sem autorização, urgência artificial e patrocínio disfarçado
A publicidade da advocacia tem limites no Código de Ética e Disciplina da OAB, e o padrão editorial aplica esses limites ao conteúdo do site.
Este padrão descreve o fluxo editorial do site e não substitui contrato de prestação de serviços nem orientação jurídica individual sobre o caso concreto.
Por que um escritório publica padrões editoriais
Publicamos os critérios com que produzimos conteúdo jurídico para que o leitor saiba o que esperar de cada texto e possa cobrar o padrão descrito.
O site publica conteúdo informativo sobre contratos, proteção de dados, propriedade intelectual e conflitos digitais, além de documentos institucionais como este. O padrão editorial define como esse conteúdo é produzido, revisado, datado e corrigido. Ele vale para artigos, glossário, páginas de serviço e páginas de documento.
Publicar os critérios é uma escolha de responsabilidade. Quem lê um texto nosso pode verificar se ele cumpre o que prometemos aqui, e quem encontra desvio pode apontar pelo canal da seção 12. O padrão também orienta a equipe interna, para que a qualidade não dependa de memória ou de preferência individual.
Este documento pode ser atualizado quando o fluxo editorial mudar. A atualização segue a mesma regra aplicada aos demais textos: versão e data visíveis, com registro do que mudou.
Referências e documentos relacionados
Termos de Uso do SiteRegras de uso do domínio e do conteúdo publicado.Para quem escrevemos
Escrevemos para empresas digitais, fundadores, agências, SaaS e e-commerces que precisam decidir sobre contratos, dados, propriedade intelectual e conflitos online.
O leitor esperado é sócio, fundador, gestor ou pessoa responsável pela operação de uma empresa, muitas vezes sem jurídico interno estruturado. As decisões típicas são assinar ou recusar um contrato, responder a bloqueio de plataforma, adequar o tratamento de dados à LGPD e dimensionar risco em campanha ou lançamento.
Por isso a linguagem é de empresa, não de consumidor. Explicamos o risco concreto para a operação, com exemplos de fluxo comercial, prazo, entrega e pagamento. Termos técnicos entram quando são o termo correto, com definição no próprio texto ou no glossário.
O texto não é escrito para advogado em busca de doutrina nem tratado como aula para leigo absoluto. O nível é intermediário: quem trabalha com o tema reconhece a precisão, e quem nunca lidou com o assunto consegue acompanhar com as definições oferecidas.
Fontes primárias obrigatórias
Toda afirmação normativa parte de fonte primária, citada com link no texto: leis no Planalto, resoluções da OAB, bases do INPI e publicações da ANPD.
Consideramos fonte primária o texto oficial da norma ou do órgão, e não o comentário sobre ele. Entram nessa lista a lei publicada no Planalto, as resoluções da OAB, as bases públicas do INPI e as publicações oficiais da ANPD. Notícia, blog e postagem em rede social servem de pista, nunca de fundamento.
Quando citamos uma norma, o texto traz o link da fonte oficial. Quando não existe norma específica para o assunto, o texto diz que não existe, em vez de forçar analogia. Estimativa de prazo, valor ou probabilidade só aparece com base verificável e com a ressalva do que depende de terceiros.
As leis citadas com mais frequência no conteúdo são a LGPD (Lei 13.709/2018), o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), o Código Civil (Lei 10.406/2002) e o Estatuto da OAB (Lei 8.906/1994). O Código de Ética e Disciplina da OAB (Resolução 02/2015) orienta os limites de publicidade e o dever de informação.
Referências e documentos relacionados
Lei 13.709/2018Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.Lei 12.965/2014Marco Civil da Internet.Lei 10.406/2002Código Civil.Autoridade Nacional de Proteção de DadosPublicações oficiais da autoridade de proteção de dados.Instituto Nacional da Propriedade IndustrialBases e informações oficiais sobre marcas e patentes.Regra da resposta direta
Cada seção dos nossos textos abre com a conclusão: a resposta direta ocupa a primeira posição e a explicação vem depois.
A resposta direta é um ou dois períodos que respondem sozinhos ao que a seção afirma. Ela vem antes do fundamento, do exemplo e da exceção. O leitor que precisa apenas da conclusão encontra no primeiro parágrafo, e o que precisa da base continua lendo.
A regra existe porque texto jurídico tende a esconder a resposta no último parágrafo, o que incentiva leitura por suspense. Colocar a conclusão no início obriga a redação a saber o que pretende afirmar e facilita verificar se a afirmação tem fonte.
Quando a resposta honesta é incompleta, porque depende de dados do caso concreto, a resposta direta diz isso. Não usamos generalidade para parecer conclusivo nem exceção para escapar da afirmação.
Revisão por advogado responsável
Todo conteúdo publicado passa pela revisão do responsável técnico, Diego Castro, advogado inscrito na OAB/PI 15.613, identificado na página de autor.
O fluxo tem três etapas: produção do texto, revisão técnica e publicação. A revisão confere dado, norma, link, exemplo e tom. Nenhum texto sobe ao ar sem essa etapa, mesmo quando o prazo editorial aperta.
A revisão considera também os limites da publicidade profissional previstos no Código de Ética e Disciplina da OAB (Resolução 02/2015) e o dever de informação do advogado. Por isso o conteúdo não promete resultado e separa informação geral de análise de caso concreto, nos termos do Estatuto da OAB (Lei 8.906/1994).
A identificação do responsável fica na página de autor, com a inscrição e os canais oficiais. A responsabilidade pelo texto publicado é do escritório, e não de ferramenta eventualmente usada na produção, conforme a seção 08.
Referências e documentos relacionados
Diego CastroPágina de autor com a qualificação e os canais oficiais.Lei 8.906/1994Estatuto da Advocacia e a OAB.Datas honestas de publicação e atualização
Cada página informa quando foi publicada e quando teve a última atualização relevante, e a data só muda quando o conteúdo muda de forma substancial.
Consideramos atualização relevante a mudança que altera o que o leitor vai decidir: norma nova ou alterada, orientação oficial nova, dado corrigido, prática do escritório modificada. Ajuste de link, pontuação ou formatação não muda a data de atualização.
A regra existe porque datas uniformes ou sempre recentes escondem desatualização em vez de demonstrar cuidado. O rótulo visível na página e os metadados técnicos saem da mesma fonte interna de datas, para não divergirem entre si.
Quando um texto é reescrito por inteiro, a atualização é registrada e a data de publicação original permanece no histórico do documento. O leitor pode comparar o que mudou a partir das marcações de correção da seção 07.
Correções de erro
Erro apontado é verificado contra a fonte primária e corrigido com marcação visível; não reescrevemos silenciosamente o que já foi publicado.
Recebido o apontamento, conferimos o trecho contra a fonte primária e decidimos se há erro, imprecisão ou apenas leitura possível divergente. Havendo erro, o texto é corrigido e a correção é marcada, com nota do que mudou e da data.
Quando o erro altera a conclusão de uma seção, a seção é reescrita e a marcação indica a mudança de entendimento. Quando o erro aparece em mais de um texto, os demais são revisados na mesma passagem, e a data de atualização segue a regra da seção 06.
A correção silenciosa destrói justamente o que dá valor ao conteúdo: a possibilidade de o leitor confiar no que citou. Por isso preservamos o registro do que foi corrigido, mesmo quando a correção é pequena.
Uso de inteligência artificial no fluxo editorial
Ferramentas de texto com apoio de inteligência artificial podem ajudar na produção editorial, mas a revisão humana é obrigatória e a responsabilidade pelo conteúdo é do escritório.
O apoio possível inclui rascunho, organização de estrutura e revisão de clareza. O que não é delegável é a definição de afirmação normativa: toda regra citada precisa de fonte primária conferida e de revisão do responsável técnico, conforme a seção 05.
Não detalhamos aqui fornecedor ou ferramenta específica, porque a obrigação não muda com a troca dela. O que o leitor precisa saber é que a revisão humana acontece antes da publicação e que o escritório responde pelo texto final.
Esse padrão acompanha a prática de mercado, mas não depende dela para valer: vale para qualquer apoio técnico usado hoje ou adotado no futuro. Mudanças relevantes nesse fluxo serão refletidas neste documento, com versão e data.
O que não publicamos
Não publicamos promessa de resultado, caso de cliente sem autorização, urgência artificial nem conteúdo patrocinado disfarçado de conteúdo informativo.
Essas exclusões derivam dos deveres profissionais do advogado e da própria proposta do site. A publicidade da advocacia tem limites no Código de Ética e Disciplina da OAB (Resolução 02/2015), e o leitor empresarial tolera mal texto que tenta assustar para vender. As exclusões valem para todo o conteúdo editorial do domínio. O que não publicamos:
A menção a caso concreto de cliente exige autorização; sem ela, o texto discute o tema em tese. Quando um texto tiver relação comercial com empresa citada, a relação será declarada no próprio texto, na posição em que o leitor decide sobre a credibilidade do conteúdo.
- promessa de resultado, concessão garantida ou vitória assegurada;
- caso de cliente identificável sem autorização expressa;
- urgência artificial ou uso do medo como recurso de captura;
- conteúdo patrocinado apresentado como conteúdo informativo sem declaração da relação;
- afirmação normativa sem fonte primária verificável.
Como escolhemos os temas
Os temas nascem de perguntas reais recebidas no atendimento do escritório, priorizadas pela utilidade prática para a decisão da empresa.
A triagem e o atendimento geram perguntas recorrentes: como precificar um contrato, o que fazer quando a conta é bloqueada, quais cláusulas decidem uma negociação. Quando a mesma dúvida aparece em operações diferentes, ela vira texto.
Volume de busca, por si só, não define pauta, e tema fora do foco de atuação do escritório não entra, ainda que renda audiência. O critério é a utilidade: o texto precisa ajudar uma empresa a decidir algo concreto, com risco descrito e fonte indicada.
Mudança normativa que afete texto já publicado gera revisão do texto existente antes da criação de conteúdo novo, conforme as seções 06 e 07. O objetivo é manter o acervo confiável, não apenas crescer a lista de páginas.
Terminologia e vocabulário
Evitamos juridiquês: termo técnico entra quando é o termo correto, definido no próprio texto ou no glossário do site.
Explicar risco concreto exige vocabulário claro. Jargão sem definição não é rigor técnico, é barreira de leitura. Por isso cada termo de arte aparece definido na primeira ocorrência, com a tradução prática para a operação da empresa.
Conceitos estáveis, consultados com frequência, têm verbete no glossário do site. Siglas de mercado, como SaaS, MSA e DPA, são mantidas quando são o termo usado na negociação, sempre com definição curta na primeira aparição.
O tom permanece sóbrio em todo o site: sem superlativo, sem urgência artificial, sem promessa de resultado. A afirmação sustentada por fato verificável vale mais que adjetivo, e a formatação segue o mesmo padrão em todas as páginas.
Referências e documentos relacionados
GlossárioDefinições curtas dos termos usados no conteúdo do site.Como apontar erro ou desatualização
Apontamentos de erro ou desatualização devem ser enviados para [email protected], com o link da página e o trecho questionado.
Ajuda a conferência informar o URL da página, o trecho exato, o motivo do apontamento e, quando houver, a fonte primária que sustenta a correção. Apontamento sem esses elementos ainda é avaliado, mas pode ficar sem resposta conclusiva.
O trecho indicado é conferido contra a fonte primária. Havendo erro, a correção segue a marcação descrita na seção 07, com nota visível e atualização da data quando a mudança for relevante. Respondemos ao remetente com o resultado da conferência.
Não é preciso ser cliente do escritório para apontar erro. Qualquer leitor pode enviar apontamento, e contribuição de boa-fé é tratada como melhoria do acervo, não como incômodo.
Consulta rápida
Perguntas frequentes
Quem escreve e quem revisa o conteúdo?
O conteúdo é produzido pela equipe do escritório e revisado pelo responsável técnico, Diego Castro, advogado inscrito na OAB/PI 15.613, antes da publicação. Nenhum texto sobe ao ar sem essa revisão.
O conteúdo do site é parecer jurídico?
Não. O conteúdo é informativo e não substitui a análise do caso concreto, que depende de documentos, contexto e escopo definido. Para análise individual, o caminho é a conversa de diagnóstico com o escritório.
Por que cada seção abre com a conclusão?
Porque a regra da resposta direta facilita a decisão do leitor: quem precisa da conclusão a encontra no início, e quem precisa do fundamento continua lendo. A regra também obriga a redação a saber o que afirma antes de escrever.
Posso copiar e citar o conteúdo do site?
A citação de trecho com crédito e link para a URL canônica da página é permitida. Reprodução integral, alteração ou uso comercial seguem as regras dos Termos de Uso do Site, que prevalecem sobre qualquer resumo feito nesta página.
Vocês usam inteligência artificial para escrever?
O apoio de ferramentas de texto, inclusive com inteligência artificial, é possível no rascunho e na organização. A revisão humana é obrigatória e a responsabilidade pelo conteúdo publicado é do escritório, independentemente da ferramenta usada.
Como aponto um erro no conteúdo?
Envie o link da página e o trecho questionado para [email protected], com o motivo do apontamento e, quando houver, a fonte primária que sustenta a correção. O trecho é conferido e, havendo erro, a correção é marcada no próprio texto.
Canais oficiais
Encontrou erro ou desatualização no conteúdo?
Envie o link da página e o trecho questionado para [email protected] ou fale pelo WhatsApp +55 11 95664-4208. O apontamento é conferido contra a fonte primária antes de qualquer correção.
